Hoje, por acaso assisti "A bruxa de Blair 2: o livro das sombras". Ainda não tinha visto esse filme.
Vi o original na época em que foi lançado e, como não tinha acesso à internet (morava numa cidade pequena e não tinha muito dinheiro - já existia por lá mas era bem caro) realmente acreditei que aquelas imagens pudessem ser reais.
Cresci ouvindo histórias de fantasmas, bruxas e lobisomens e não duvidava desse tipo de coisa.
O filme original em si não me causou medo. O que me causou certo desconforto foi a ideia. Quando descobri que fui enganada, passei a achar o filme ainda mais besta. Tão besta que decidi não ver as continuações. Mas hoje, muitos anos depois, liguei a TV e estava começando a continuação e senti curiosidade de ver.
Bom, primeiro fiquei feliz porque não seria mais um falso documentário (não sabia que não era) e, com algumas ressalvas, gostei do filme.
Pois é, foi uma boa surpresa.
O filme parte da febre que virou "A bruxa de blair"- e isso não é ficção. Realmente aquela região em que foi rodado o filme virou uma espécie de meca de fãs do gênero e de malucos de várias partes do mundo. E eu acho que esse é um ponto muito interessante do filme.
Um rapaz da cidade resolve ganhar dinheiro com isso e cria uma espécie de pacote turístico para levar pessoas para conhecer o local das filmagens e tentar "caçar" a famosa bruxa. era a primeira turma que Jeff levava até lá e, é claro que coisas estranhas aconteceram.
O grupo era formado por uma jovem que se dizia bruxa, uma garota gótica, um pesquisador e sua namorada grávida, além de Jeff, o "guia". Eles vão para a floresta cheios de câmeras de última geração para captar todos os momentos. Mas à noite, todos dormem. Quando acordam pela manhã o cenário está todo destruído, câmeras estão quebradas e a moça grávida está perdendo o bebê. Saem da floresta, vão até o hospital, mas depois ficam um tempo na casa de Jeff e é por lá que as coisas mais estranhas começam a acontecer.
O filme traz algumas discussões muito interessantes como, por exemplo, a histeria coletiva - que era o tema da pesquisa de Stephen. O medo é contagioso, a paranóia é contagiosa! Além disso discute o que é verdade e o que é mentira. As câmeras mostram uma coisa verdadeira ou as imagens foram manipuladas pela bruxa? Ou será que as câmeras mostram a verdade e são eles que resolveram esquecer de tudo... Ou será que foi a bruxa?
Será que eles viram aquilo que queriam ver? Será que não foi tudo uma grande alucinação? Por exemplo, nas cenas em que Kim está conversando com o policial ela não tem nenhuma marca no ombro... Se elas realmente tivessem existido, estariam ali! E a ponte? Eles enxergam que a ponte quebrou, mas ela está inteira quando são levados pela polícia... A van a mesma coisa. Ela está inteira, não há nem o amassado da batida na árvore (quando Kim está voltando do mercado).
A última fala do filme é "é tudo mentira". Curioso! Sobretudo se levarmos em consideração a grande mentira que foi o primeiro filme. Será que não é uma espécie de crítica à sociedade que acredita muito facilmente nas coisas que vê na tv e na internet? Será que não é uma crítica ao poder que filmes de violência podem gerar?
O filme em si não é lá grandes coisas. Os atores são medíocres, a fotografia poderia ser melhor, a edição é meio tosca. Mas ainda assim acho que vale a pena ver, sobretudo por conta da reflexão.
Não é um filme repleto de sangue, sustos ou que dá medo... a não ser que a gente pense no quanto a gente pode ser manipulado pela mídia... no quanto que a gente pode enlouquecer! Será que a bruxa existe ou será que a bruxa é o terceiro poder???
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
sábado, 21 de julho de 2012
Filmes já comentados - II
Já passaram de 50 filmes comentados aqui no "Medo e cia" (na verdade foram 54 - ou melhor, mais já que tanto jogos mortais, O albergue e atividade paranormal usei um único post para falar da série).
Aqui estão os links, bem como o link das postagens anteriores. Bons sustos pra todos!
Aqui está o LINK pra ver a lista dos outros filmes já comentados.
Ah, a imagem ai em cima foi tirada da página do facebook do Medo B.
Um drink no inferno
Eu achava que já tinha escrito sobre esse filme e me surpreendi quando percebi que ainda não o tinha feito! Hoje, meio sem querer, revi "Um drink no inferno" (estava passando na tv) e então decidi corrigir esse absurdo.
Este não é exatamente um filme de terror mas uma mistura de terror, ação e comédia. O roteiro é de Quentin Tarantino (um dos meus diretores preferidos) e a direção é de Robert Rodriguez, que já tinha dirigido "A balada do pistoleiro" (e que depois dirigiu alguns filmes bem interessantes, como "Era uma vez no México", "Sin City - a cidade do pecado" e "Machete", entre outros).
A história (pra quem ainda não viu) é a seguinte: os irmãos Gecko, dois procurados pela polícia por 16 mortes sequestram uma família que estava viajando de férias para tentar passar pela fronteira do México. Quando conseguem atravessar a fronteira, precisam ir até um bar de estrada que tinha sido o ponto de encontro com outros bandidos... O que eles não sabiam é que aquele lugar era frequentado por vampiros! E ai, o bicho pega!!!
Seth Gecko (George Clooney)é o irmão mais centrado, o líder. Richard Gecko (Tarantino) é um idiota maluco psicótico! Tarantino chegou a ser indicado ao "Framboesa de Ouro" de pior ator por sua atuação nesse filme. Bom, vamos combinar que Tarantino não é ator, além de que o personagem é bem estranho mesmo!
A família é formada por Jacob, um ex-pastor que tinha perdido sua fé quando sua mulher morreu em um acidente de carro e, seus dois filhos adolescentes: Kate e Scott.
Este não é exatamente um filme de terror mas uma mistura de terror, ação e comédia. O roteiro é de Quentin Tarantino (um dos meus diretores preferidos) e a direção é de Robert Rodriguez, que já tinha dirigido "A balada do pistoleiro" (e que depois dirigiu alguns filmes bem interessantes, como "Era uma vez no México", "Sin City - a cidade do pecado" e "Machete", entre outros).
A história (pra quem ainda não viu) é a seguinte: os irmãos Gecko, dois procurados pela polícia por 16 mortes sequestram uma família que estava viajando de férias para tentar passar pela fronteira do México. Quando conseguem atravessar a fronteira, precisam ir até um bar de estrada que tinha sido o ponto de encontro com outros bandidos... O que eles não sabiam é que aquele lugar era frequentado por vampiros! E ai, o bicho pega!!!
Seth Gecko (George Clooney)é o irmão mais centrado, o líder. Richard Gecko (Tarantino) é um idiota maluco psicótico! Tarantino chegou a ser indicado ao "Framboesa de Ouro" de pior ator por sua atuação nesse filme. Bom, vamos combinar que Tarantino não é ator, além de que o personagem é bem estranho mesmo!
A família é formada por Jacob, um ex-pastor que tinha perdido sua fé quando sua mulher morreu em um acidente de carro e, seus dois filhos adolescentes: Kate e Scott.
"Um drink..." é um desses filmes de terror divertidos. Não dá medo... o máximo que sentimos é um certo "nojinho" por conta da quantidade excessiva de gosma que "pula" dos vampiros quando eles são mortos! Falando em vampiros, eles são medonhos!!! Ok, o filme é de 1996, mas ao vê-lo agora as maquiagens parecem todas muito horríveis. Além disso, é extremamente evidente os colans para simularem a pele estranha dos monstros!
Bom, eu disse que os vampiros eram feios... mas é até um crime não mencionar que as mulheres do bar (antes de se transformarem - que fique bem claro) são até bem bonitas! Destaque para uma jovem Salma Hayek (que pra mim se eternizou na imagem da pintora mexicana "Frida Kahlo") semi nua e sensual. Seu número de dança é um dos pontos altos do filme!
Uma questão interessante nesse filme é a mudança dos personagens. De sequestradores e sequestrados eles passam a ser companheiros de batalha, passam a jogar no mesmo time. No fim já nem importa mais...
Vale a pipoca (se você não tiver nojinho).
segunda-feira, 16 de julho de 2012
Premonição 5
Último filme da franquia "Final Destination" lançado em 2011, com direção de Steven Quale (que tinha trabalhado como supervisor de efeitos especiais em "Avatar" e como assistente de direção nesse filme, em "Titanic" e outros com James Cameron). Foi lançado em 3D (mas eu não vi nesse formato então não posso dizer se essa tecnologia foi boa ou não - ouvi críticas boas sobre isso).
Pra começar, a história é basicamente a mesma... mas, em minha opinião, é bem interessante e consegue manter uma certa tensão, mesmo sabendo o que vai acontecer (afinal, não há como escapar da morte).
Dessa vez a premonição vem de Sam, um jovem que estava tentando a carreira de vendedor, mas que na verdade era um bom cozinheiro. Em uma viagem da empresa (que se chama "Presage"- sim, presságio!) para um final de semana de atividades recreativas, ele tem um pressentimento. Vê um terrível acidente em uma ponte... e ai, como nos filmes anteriores, ele consegue impedir que algumas pessoas morram nesse acidente. E então, mais uma vez como nos outros filmes, a morte vem resolver esse probleminha! Sobreviventes vão morrendo de formas estranhas, como em um treino de ginástica, em uma sessão de massoterapia e em uma cirurgia a laser. E então, é claro que isso não é coincidência... Eles percebem que há algo errado!
De certa forma, quem os mostra isso é um agente funerário (do IML) - Tony Todd, que esteve nos três primeiros filmes também como uma espécie de personificação da morte. Só que dessa vez ele diz que se uma outra pessoa morrer no seu lugar, você estará livre para viver o restante de vida que essa pessoa tem pra viver. Isso desencadeia uma espécie de reflexão moral no filme. Quem merece viver? Quem merece morrer? A dica da "morte" poderia gerar assassinos?
Diferente do anterior (que não tinha me agradado), esse quinto filme é bem interessante. Apesar de também ser mais do mesmo consegue manter uma certa pitada de tensão. A cena da ponte foi muito boa, cheia de efeitos especiais (por isso eu coloquei lá na frente que o diretor já tinha trabalhado com isso antes).
Já na abertura vemos vários efeitos visuais com objetos que estiveram envolvidos nas mortes dos filmes anteriores (penso que na versão 3D eles "pulassem" sobre o público, bem como vidro quebrado por toda parte)... e o final (créditos) é muito bom!!! Eles recapitulam as (melhores) mortes dos cinco filmes.
Há algo muito interessante nesse filme, mas já aviso que ao contar estarei usando spoilers, ou seja, se você não viu, vale a pena ver... e só continue lendo se não se importar em saber de antemão coisas importantes sobre o filme.
Esse quinto filme se passa antes do primeiro. No início os sinais são poucos e quase imperceptíveis para alguém pouco atento: carros de modelos mais velhos, telefone celular do mais antigo... A referência ao filme "Sexto-sentido" ("eu vejo gente morta") que virou febre em 1999, ano de seu lançamento.
Além disso há várias ligações com filmes anteriores: Sam (que estava tentando trabalhar como vendedor na "Presage" era, na verdade, cozinheiro e trabalhava no "Le Café Miro 81" e estava pra ir pra França fazer um estágio na filial francesa do restaurante (sim, aquele restaurante que Alex, Clear e Carter estão no final do primeiro filme).
Nesse quinto filme também aparece a cerveja fictícia dos filmes anteriores e uma foto de Olívia na montanha russa do acidente do terceiro filme... Na cena da travessia da ponte, passa pelo ônibus um caminhão de madeira - referência ao caminhão que ocasionou o acidente do segundo filme.
Sam e Molly vão para Paris no vôo 180 - sim, o que explode no primeiro filme. Sam chega a ouvir e ver um pouco da briga de Alex com Carter no avião... Bom, é claro que ele não chega em Paris!
Na cena final Nathan e outras pessoas da fábrica estão em um bar. Há uma espécie de homenagem a Roy (que morre no lugar de Nathan - ou seja, segundo a morte ele teria tomado de Roy o que lhe restava de vida). Há... tem uma foto de Roy ao lado do carro que causou o acidente no autódromo (filme 4). Nesse momento, um rapaz da fábrica comenta com Nathan que na autópsia de Roy descobriram que ele estava com um enorme tumor no cérebro e que poderia ter morrido a qualquer momento. (Ops, foi a vida desse que Nathan "pegou"). E então um dos pneus do avião (vôo 180) cai sobre ele!
Vale demais a pena ver. Se você gostou do original, veja essa sim. É um pouco de "mais do mesmo"? Sim! Mas vale a pena! Pela abertura, pela cena da ponte, pelas mortes, pela tensão, pelas ligações com os outros filmes - principalmente o primeiro, pelos créditos finais... Se terão outros? Por mim já chega, mas sei lá... É possível, afinal, a morte é um vilão que nunca poderá ser parado!
Pra começar, a história é basicamente a mesma... mas, em minha opinião, é bem interessante e consegue manter uma certa tensão, mesmo sabendo o que vai acontecer (afinal, não há como escapar da morte).
Dessa vez a premonição vem de Sam, um jovem que estava tentando a carreira de vendedor, mas que na verdade era um bom cozinheiro. Em uma viagem da empresa (que se chama "Presage"- sim, presságio!) para um final de semana de atividades recreativas, ele tem um pressentimento. Vê um terrível acidente em uma ponte... e ai, como nos filmes anteriores, ele consegue impedir que algumas pessoas morram nesse acidente. E então, mais uma vez como nos outros filmes, a morte vem resolver esse probleminha! Sobreviventes vão morrendo de formas estranhas, como em um treino de ginástica, em uma sessão de massoterapia e em uma cirurgia a laser. E então, é claro que isso não é coincidência... Eles percebem que há algo errado!
De certa forma, quem os mostra isso é um agente funerário (do IML) - Tony Todd, que esteve nos três primeiros filmes também como uma espécie de personificação da morte. Só que dessa vez ele diz que se uma outra pessoa morrer no seu lugar, você estará livre para viver o restante de vida que essa pessoa tem pra viver. Isso desencadeia uma espécie de reflexão moral no filme. Quem merece viver? Quem merece morrer? A dica da "morte" poderia gerar assassinos?
Diferente do anterior (que não tinha me agradado), esse quinto filme é bem interessante. Apesar de também ser mais do mesmo consegue manter uma certa pitada de tensão. A cena da ponte foi muito boa, cheia de efeitos especiais (por isso eu coloquei lá na frente que o diretor já tinha trabalhado com isso antes).
Já na abertura vemos vários efeitos visuais com objetos que estiveram envolvidos nas mortes dos filmes anteriores (penso que na versão 3D eles "pulassem" sobre o público, bem como vidro quebrado por toda parte)... e o final (créditos) é muito bom!!! Eles recapitulam as (melhores) mortes dos cinco filmes.
Há algo muito interessante nesse filme, mas já aviso que ao contar estarei usando spoilers, ou seja, se você não viu, vale a pena ver... e só continue lendo se não se importar em saber de antemão coisas importantes sobre o filme.
Esse quinto filme se passa antes do primeiro. No início os sinais são poucos e quase imperceptíveis para alguém pouco atento: carros de modelos mais velhos, telefone celular do mais antigo... A referência ao filme "Sexto-sentido" ("eu vejo gente morta") que virou febre em 1999, ano de seu lançamento.
Além disso há várias ligações com filmes anteriores: Sam (que estava tentando trabalhar como vendedor na "Presage" era, na verdade, cozinheiro e trabalhava no "Le Café Miro 81" e estava pra ir pra França fazer um estágio na filial francesa do restaurante (sim, aquele restaurante que Alex, Clear e Carter estão no final do primeiro filme).
Nesse quinto filme também aparece a cerveja fictícia dos filmes anteriores e uma foto de Olívia na montanha russa do acidente do terceiro filme... Na cena da travessia da ponte, passa pelo ônibus um caminhão de madeira - referência ao caminhão que ocasionou o acidente do segundo filme.
Sam e Molly vão para Paris no vôo 180 - sim, o que explode no primeiro filme. Sam chega a ouvir e ver um pouco da briga de Alex com Carter no avião... Bom, é claro que ele não chega em Paris!
Na cena final Nathan e outras pessoas da fábrica estão em um bar. Há uma espécie de homenagem a Roy (que morre no lugar de Nathan - ou seja, segundo a morte ele teria tomado de Roy o que lhe restava de vida). Há... tem uma foto de Roy ao lado do carro que causou o acidente no autódromo (filme 4). Nesse momento, um rapaz da fábrica comenta com Nathan que na autópsia de Roy descobriram que ele estava com um enorme tumor no cérebro e que poderia ter morrido a qualquer momento. (Ops, foi a vida desse que Nathan "pegou"). E então um dos pneus do avião (vôo 180) cai sobre ele!
Vale demais a pena ver. Se você gostou do original, veja essa sim. É um pouco de "mais do mesmo"? Sim! Mas vale a pena! Pela abertura, pela cena da ponte, pelas mortes, pela tensão, pelas ligações com os outros filmes - principalmente o primeiro, pelos créditos finais... Se terão outros? Por mim já chega, mas sei lá... É possível, afinal, a morte é um vilão que nunca poderá ser parado!
Premonição 4
Mais uma vez a história se repete: um jovem tem uma premonição sobre um terrível acidente e consegue fazer com que algumas pessoas sobrevivam. E então Dona Morta resolve dar uma forcinha no destino pra fazer com que seu plano enfim seja cumprido.
Dessa vez o grande acidente acontece em um autódromo (curiosamente chamado Mckinley - que também era o nome do colégio dos mortos na montanha russa no filme 3). Ah, McKinley foi um dos presidentes dos Estados Unidos (assassinado em 1901).
O "vidente" é Nick... além da premonição inicial ele tem algumas visões durante o filme (sobre as mortes, mas ele não consegue salvar as pessoas a tempo). Ele também tem uma segunda premonição durante o filme - o acidente no cinema do shopping.
Mais uma vez eles descobrem o que aconteceu anteriormente (procurando pela internet) e tentam quebrar a sequência da morte, impedindo que ela realize seu trabalho. Mas o fato é bem simples, quando ela quer... ela consegue. Não há o que fazer.
Esse quarto filme da série foi lançado em 2009 e foi dirigido por David R. Ellis - que também dirigiu o segundo. Foi o primeiro filme da série a usar o recurso do 3D (não posso dizer se valeu a pena porque não vi nesse formato - filmes 3D costumam me deixar com dor de cabeça, por isso a não ser que seja imprescindível, vejo o filme na versão 2D mesmo.)
A abertura desse filme também é algo que deve ser mencionado. Há uma espécie de homenagem aos três filmes anteriores, com as mortes recriadas em efeito "raio x". É importante lembrar que são recriações, já que algumas não foram bem daquele jeito - mas pra quem viu os filmes anteriores é super fácil de reconhecer.
Dessa vez o grande acidente acontece em um autódromo (curiosamente chamado Mckinley - que também era o nome do colégio dos mortos na montanha russa no filme 3). Ah, McKinley foi um dos presidentes dos Estados Unidos (assassinado em 1901).
O "vidente" é Nick... além da premonição inicial ele tem algumas visões durante o filme (sobre as mortes, mas ele não consegue salvar as pessoas a tempo). Ele também tem uma segunda premonição durante o filme - o acidente no cinema do shopping.
Mais uma vez eles descobrem o que aconteceu anteriormente (procurando pela internet) e tentam quebrar a sequência da morte, impedindo que ela realize seu trabalho. Mas o fato é bem simples, quando ela quer... ela consegue. Não há o que fazer.
Esse quarto filme da série foi lançado em 2009 e foi dirigido por David R. Ellis - que também dirigiu o segundo. Foi o primeiro filme da série a usar o recurso do 3D (não posso dizer se valeu a pena porque não vi nesse formato - filmes 3D costumam me deixar com dor de cabeça, por isso a não ser que seja imprescindível, vejo o filme na versão 2D mesmo.)
A abertura desse filme também é algo que deve ser mencionado. Há uma espécie de homenagem aos três filmes anteriores, com as mortes recriadas em efeito "raio x". É importante lembrar que são recriações, já que algumas não foram bem daquele jeito - mas pra quem viu os filmes anteriores é super fácil de reconhecer.
Esse filme tem mais mortes, mas apesar de ter algumas cenas bem fortes, eu acho meio bobo. É muito mais do mesmo... e realmente só vale a pena pela abertura e pelas mortes que são bem interessantes.
É muito previsível e qualquer bom observador conseguiria sacar o final só de olhar pro ângulo da cena.
Nesse filme também aparecem algumas coisinhas familiares, por exemplo, o local em que eles estavam sentados pra ver a corrida era o número 180 (vôo 180, lembram?). Por falar em 180, é esse o número do ônibus que passa pouco antes do acidente final.
Quando Nick para o carro em um dos momentos do filme, para ao lado de uma propaganda: "Clear Rivers Water" - a propaganda é de água, mas o nome Clear Rivers é o da moça do primeiro filme que escapa do vôo e aparece no segundo filme).
Nesse quarto filme também tem um personagem chamado Carter. No original era o cara folgado, metido... e nesse é o racista. Ah, os dois bebem cerveja Hice Pale - marca fictícia que também aparece nos filmes 2 e 3.
Há um momento que o número 666 aparece de relance (carro 6, posto 6... número 6). A sala de cinema é de número 13 (número "azarado")...
Nesse quarto filme não há a presença do ator Tony Todd (que foi o agente funerário nos dois primeiros e a voz do demônio da montanha russa no terceiro)... A teoria de que ele é a morte personificada pode até se manter, afinal de contas, apesar de ser outro ator, nesse quarto filme há um mendigo... No final é ele que fala que é importante estar no lugar certo na hora certa! O fato é que o certo pode não ser o certo pra você... mas para a morte!
Se vale a pena ver? Sim... é um filme curto (uns 80 minutos) com algumas cenas gore legais (pra quem curte). Há um certo suspense... mas nada que vá te deixar de cabelos em pé!
Vale a pipoca (se você não se enjoar! hahahaha).
terça-feira, 10 de julho de 2012
Premonição 3
Premonição 3, de 2005, retoma a história dos dois filmes anteriores. Mais uma vez a direção ficou com James Wong com roteiro dele e, novamente de Glen Morgan (como no filme original). Apesar de ter achado a ideia muito boa no filme de 2000, agora a história parece repetitiva demais.
O terceiro filme não tem ligação direta com o original, é simplesmente a repetição de uma mesma ideia. Pra não dizer que não tem ligação alguma, são mencionados os acidentes do vôo 180 e o da estrada 23.
O número 180 aparece no final do filme como um sinal de mal agouro.
Mais uma vez adolescentes bonitos e sensuais. Dessa vez até mais, afinal de contas o roteiro e a direção deixaram dois pares de peitos aparecerem! Certamente isso agradou à uma parcela do público juvenil que espera muito sangue e peitos nas produções "meia boca" do gênero.
O filme foi lançado em 2005 e não conseguiu chamar a atenção tanto quanto os outros dois. Uma das razões foi a estreia, um ano antes, de "Jogos Mortais" que, vamos combinar, se tornou uma febre na época. Além disso "Efeito Borboleta" também chegava pra discutir (de um jeito diferente) a tentativa de mudar os planos da morte.
Dessa vez a visão é de um acidente em um parque de diversões. Wendy vê um acidente terrível com a montanha russa e bom, ai é a mesma história. Um grupo consegue sair do brinquedo e o acidente realmente acontece. Em seguida as pessoas vão morrendo de maneiras absolutamente estranhas.
Bom, percebi algumas coisas interessantes revendo o filme. Primeiro, na abertura, enquanto passam os créditos, aparecem várias imagens de parques de diversão com palavras remetendo à sorte ou ao azar. Em um dos desenhos aparece uma mulher com pregos no rosto - o jeito como uma das garotas morre.
Também aparecem duas mulheres chamadas "Irmãs elétricas" dizendo que elas desafiam a morte. Isso poderia ser uma referência às amigas (quase irmãs) Ashley e Ashlyn que morrem na camara de bronzeamento artificial (meio que eletrocutadas) ou as irmãs Wendy e Julie que escaparam da morte duas vezes.
Outra coisa, como revi agora não teve como não lembrar do acidente que aconteceu recentemente aqui no Brasil com a garota que caiu da Torre e morreu lá no Hopi Hari, sobretudo porque o primeiro brinquedo que aparece é algo equivalente. Quando Wendy tira a foto, percebe que apareceu apenas os dizeres "High di e" (morte no alto) ao invés de "High dive" (mergulho no alto) que aparecia normalmente. Isso já dá um indício de que as pistas estarão nas fotos. Pois é, as mortes foram mostradas nas fotografias feitas por Wendy.
Ah, outra coisa interessante - mas eu não posso afirmar absolutamente - é que a voz do demônio da montanha russa é a mesma do ator que faz o agente funerário nos dois primeiros filmes, aquele que acho que é a representação da morte. Ele fala algumas coisas interessantes dessa vez: "Você pode fugir, mas não pode se esconder", "este é o começo do fim", "você não pode voltar"...
Pouco antes da morte de Frankie aparece um caminhão de cerveja igual ao que aparece no segundo filme (que é a mesma marca que Carter bebe no primeiro). É esse caminhão que atrapalha Kevin e Wendy de saírem do carro.
O filme também tem aquela história de tentar atrapalhar a ordem e pular um. Mas, como sempre, a dona morte não gosta de ser enganada.
Apesar de terem sobrevivido três pessoas: Wendy, sua irmã Julie e Kevin, cinco meses depois eles se encontram num metrô (trem?). Wendy tem uma nova visão. Dessa vez um acidente terrível no trem levaria a vida deles. Nesse momento ela vê o número 180 no trem ao lado... como uma espécie de assinatura da morte. Só que tem um problema... eles estão indo em direção da última estação ("final destination") e não há como sair do trem. Bom, e é assim que a dona morte gosta.
Bom, vale a pena assistir... mas é bom que fique claro que é absolutamente mais do mesmo. A mesma história com personagens e mortes diferentes, e só.
Mas vale a diversão e a pipoca!!
O terceiro filme não tem ligação direta com o original, é simplesmente a repetição de uma mesma ideia. Pra não dizer que não tem ligação alguma, são mencionados os acidentes do vôo 180 e o da estrada 23.
O número 180 aparece no final do filme como um sinal de mal agouro.
Mais uma vez adolescentes bonitos e sensuais. Dessa vez até mais, afinal de contas o roteiro e a direção deixaram dois pares de peitos aparecerem! Certamente isso agradou à uma parcela do público juvenil que espera muito sangue e peitos nas produções "meia boca" do gênero.
O filme foi lançado em 2005 e não conseguiu chamar a atenção tanto quanto os outros dois. Uma das razões foi a estreia, um ano antes, de "Jogos Mortais" que, vamos combinar, se tornou uma febre na época. Além disso "Efeito Borboleta" também chegava pra discutir (de um jeito diferente) a tentativa de mudar os planos da morte.
Dessa vez a visão é de um acidente em um parque de diversões. Wendy vê um acidente terrível com a montanha russa e bom, ai é a mesma história. Um grupo consegue sair do brinquedo e o acidente realmente acontece. Em seguida as pessoas vão morrendo de maneiras absolutamente estranhas.
Bom, percebi algumas coisas interessantes revendo o filme. Primeiro, na abertura, enquanto passam os créditos, aparecem várias imagens de parques de diversão com palavras remetendo à sorte ou ao azar. Em um dos desenhos aparece uma mulher com pregos no rosto - o jeito como uma das garotas morre.
Também aparecem duas mulheres chamadas "Irmãs elétricas" dizendo que elas desafiam a morte. Isso poderia ser uma referência às amigas (quase irmãs) Ashley e Ashlyn que morrem na camara de bronzeamento artificial (meio que eletrocutadas) ou as irmãs Wendy e Julie que escaparam da morte duas vezes.
Outra coisa, como revi agora não teve como não lembrar do acidente que aconteceu recentemente aqui no Brasil com a garota que caiu da Torre e morreu lá no Hopi Hari, sobretudo porque o primeiro brinquedo que aparece é algo equivalente. Quando Wendy tira a foto, percebe que apareceu apenas os dizeres "High di e" (morte no alto) ao invés de "High dive" (mergulho no alto) que aparecia normalmente. Isso já dá um indício de que as pistas estarão nas fotos. Pois é, as mortes foram mostradas nas fotografias feitas por Wendy.
Ah, outra coisa interessante - mas eu não posso afirmar absolutamente - é que a voz do demônio da montanha russa é a mesma do ator que faz o agente funerário nos dois primeiros filmes, aquele que acho que é a representação da morte. Ele fala algumas coisas interessantes dessa vez: "Você pode fugir, mas não pode se esconder", "este é o começo do fim", "você não pode voltar"...
Pouco antes da morte de Frankie aparece um caminhão de cerveja igual ao que aparece no segundo filme (que é a mesma marca que Carter bebe no primeiro). É esse caminhão que atrapalha Kevin e Wendy de saírem do carro.
O filme também tem aquela história de tentar atrapalhar a ordem e pular um. Mas, como sempre, a dona morte não gosta de ser enganada.
Apesar de terem sobrevivido três pessoas: Wendy, sua irmã Julie e Kevin, cinco meses depois eles se encontram num metrô (trem?). Wendy tem uma nova visão. Dessa vez um acidente terrível no trem levaria a vida deles. Nesse momento ela vê o número 180 no trem ao lado... como uma espécie de assinatura da morte. Só que tem um problema... eles estão indo em direção da última estação ("final destination") e não há como sair do trem. Bom, e é assim que a dona morte gosta.
Bom, vale a pena assistir... mas é bom que fique claro que é absolutamente mais do mesmo. A mesma história com personagens e mortes diferentes, e só.
Mas vale a diversão e a pipoca!!
Premonição 2
"Premonição 2" parte da mesma ideia do original: alguém tem a visão de um acidente, um grupo consegue escapar só que daí um a um vão sendo "ceifados" pela morte.
O segundo filme não foi escrito e nem dirigido por James Wong, mas por David R. Ellis que segundo o IMDB tem participação em diversos filmes de ação como dublê... além de ter dirigido "Serpentes a bordo"... enfim, nenhum grande mestre.
Bom, o segundo filme é interessante. Nele há uma importante ligação com o primeiro. Como Alex tinha visto o acidente de avião e impediu algumas pessoas de embarcar, a posterior morte dessas pessoas impediu algumas outras de morrerem. Coincidentemente era pra essas pessoas terem morrido no acidente da estrada mas Kimberly tem uma visão e os impede de entrar na estrada.
Algumas informações a seguir podem ser spoilers (caso ainda exista no mundo algum fã do gênero que não viu esse filme).
O filme começa no aniversário de um ano da tragédia com o vôo 180. (Aparece a notícia na tv). A câmera vai "passeando" pelo quarto de Kimberly e foca em um chaveiro em que se lê "Road RIP" (RIP pra quem não relacionou uma coisa a outra é uma sigla para "rest in peace", muito usada em túmulos). Bom, provavelmente está escrito "road trip", mas a letra T é tampada.
Quando Kimberly está saindo de casa para a viagem, o pai percebe que há uma mancha no chão onde estava o carro... é óleo, mas parece sangue. O pai liga para que ela averigue, mas os amigos não deixam.
Uma mendiga aparece do lado do carro com latinhas de refrigerante, o saco se rompe... No rádio fala do aniversário do acidente quando um ônibus escolar passa por eles. Kimberly troca a estação e toca a música "Highway to hell" do ACDC. Bom, "estrada pro inferno"!
Um caminhão de madeira enorme quase bate no carro e depois um outro passa por eles. É um caminhão de cerveja - curiosamente está escrito "beba com responsabilidade", mas o motorista está bebendo! A marca é fictícia: Hice Pale Ale. Bom, é a mesma marca da cerveja que Carter estava bebendo no café em Paris pouco antes de ser atingido pelo luminoso e morrer.
Kimberly também vê um garotinho brincando com um caminhão e uma caminhonete vermelha, como a de Kimberly. Ele faz os dois veículos baterem.
Logo depois acontece a visão... e todo o mega acidente.
Bom, isso foi a visão. Kimberly desperta exatamente na hora que a mendiga se aproxima do carro. Ouve o rádio, vê o ônibus escolar (que agora é um ônibus do colégio das vítimas do vôo 180), muda a estação... quando toca ACDC ela entra em pânico. Tenta impedir as pessoas de entrarem na rodovia colocando o carro no meio da pista. Um policial vai conversar com ela... quando ela sai do carro, o acidente acontece à frente deles... E um caminhão vindo na transversal atinge com tudo sua caminhonete, matando seus amigos. Ela olha pra placa de trânsito e lê o número 180.
Ela lembra do acontecido no ano anterior e pensa que pode estar acontecendo novamente. Pra variar, as vítimas "salvas" não acreditam que entraram para a lista da morte.
O primeiro a morrer de modo estranho foi o cara que ganhou na loteria. Ele se considerava muito sortudo pois tinha ganhado na loteria, escapado de um acidente daqueles... e, quando tudo parece dar errado, ele acha que tinha novamente escapado. Mas não, a morte não estava nem ai pra "sorte". Lembrando o que o agente funerário (Morte?) disse no primeiro filme: "Na morte não há acidentes, nem coincidências, nem azar e nem saída".
Depois disso, Kimberly com a ajuda do policial, que parece ser o único a acreditar nela, vai até Clear - que tinha sobrevivido ao acidente do vôo 180 e continuava viva (Alex tinha morrido atingido por um tijolo? Oi?) Clear tinha se internado em um manicômio, achava que ali estaria protegida de tudo.
Mas as palavras de Kimberly sobre ela ser covarde a fizeram sair de lá e tentar ajudar os sobreviventes.
As duas juntas chegam a conclusão que, desta vez a morte estaria agindo ao contrário... Já que os primeiros a morrer depois do acidente foram seus amigos e, depois deles o garoto da loteria - que na visão de Kimberly morreu pouco antes deles. Dessa forma ela consegue montar uma lista da possível ordem das mortes - só que num acidente como aquele, não teria como ser exata.
Os próximos seriam uma mãe e seu filho adolescente. O garoto não consegue escapar - se bem que eu acho que se ele tivesse morrido no consultório do dentista (como de início parece que vai acontecer) teria sido mais interessante!
Eles vão procurar o agente funerário - que ele é alguma coisa especial isso é! Dessa vez ele conversa mais ou menos na mesma ideia, de que não dá pra fugir da morte. Diz que "somente vida nova pode derrotar a morte" e que deveriam seguir os sinais. Ah, ele sabe o nome da Kimberly sem ela ter dito!!!
Nora, a mãe do garoto morre um tempo depois, quando os outros sobreviventes se juntam para conversar sobre o que está acontecendo. Bom, nem todos. A grávida não estava lá.
Pensam que o bebê que ela espera pode ser a tal nova vida que o agente funerário falou. Pensam que se ela conseguir dar a luz ao bebê, tudo acabará.
Ao tentar encontrá-la, eles descobrem que há uma ligação entre todos eles e as mortes dos sobreviventes do vôo 180. Rory, o drogado, lembra que perdeu um concerto num teatro de Paris. Ele tinha as entradas mas além de estar "bem louco", um cara morreu bem ali perto porque tinha sido acertado por um luminoso (Carter). O teatro pegou fogo e todos morreram. Kat não morreu em uma explosão de gás em um hotel, que matou todos os hóspedes porque se atrasou - o ônibus que estava tinha atropelado uma garota (Terry). O policial Tom não morreu em um tiroteio que matou vários outros policiais porque saiu para atender a um chamado de acidente de trem que tinha batido em um carro, com um garoto morto por um estilhaço (Bill). O professor Eugene deveria ter morrido em um atentado no colégio, outro professor morreu - era pra ele estar dando aula naquela turma naquele dia, mas teve que substituir uma professora que tinha morrido (Sra. Lewton). Kimberly tinha ficado boquiaberta vendo na tv a reportagem sobre o "suicídio" de um garoto (Tod). Não acreditava que tivesse sido suicídio... só que por isso, se atrasou para se encontrar com a mãe, que foi morta por ladrões.
Se todos tivessem embarcado no vôo 180, todos ali também estariam mortos. Ou seja, a morte deveria estar muito brava com eles!
Só que no caminho pra encontrar a grávida, eles sofrem um novo acidente (que foi meio que ocasionado por ela - que estava sendo levada pro hospital pra ter o bebê).
A princípio ninguém se fere... mas depois! Ai ai ai... mais mortes! Só restam Kimberly e o policial - Clear também morre - carbonizada, como deveria ter sido nas duas outras vezes (avião e no carro, quando Alex a salva).
Não entrarei em detalhes de todas elas. O importante é que quando o bebê nasce Kimberly percebe que não acabou não... A mulher teria sobrevivido ao acidente! Ou seja, não é essa nova vida!
Ela liga as pistas e percebe que precisa "quase morrer".
Bom... parece que tudo tinha terminado bem. Ela consegue sobreviver, ganhar uma nova vida. Eles parecem estar felizes. Mas ai, é claro que a dona morte não gosta de deixar barato né?!
É bacana esse filme também. Dessa vez não há o apelo para personagens adolescentes bonitos. A maioria das pessoas envolvidas são mais velhas. Dessa vez a morte parece um pouco mais malvada!
Bom, eu fico pensando... É bem sádica essa dona morte. Por que ela não mata as pessoas com ataques cardíacos ou coisas do gênero? Bom, por que se fosse assim, não existiria um filme!!! hahahahaha!
Espero que a Dona Morte esteja bem entretida com outras coisas antes de olhar o meu nome na listinha! Por que... eu sei que ele está nela... Assim como o seu!
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